26 Novembro 2007

"A vida é uma caminhada
Feita ao longo de
estradas desertas...
Auto-estradas de
denso trânsito
Ruas largas e estreitas
Empedradas...
ou de areia...
Esburacadas ou de
piso plano..."

O tempo não pára só porque estamos numa "rua estreita e esburacada". A rua pode ser tão estreita que quase nos esmaga, e os buracos tão traiçoeiros que muitas vezes nos fazem cair. Mas, a vida continua.
Hoje é assim que penso. Por muito medo que tenha daquilo que posso vir a encontrar no final da rua, tenho que continuar.
Há decisões? Terei que as tomar.
Há desilusões? Terei que as viver.
Há separações? Terei que as suportar.

18 Novembro 2007

You're especial *

Foi bom.
Foi importante.
Foi mágico.
Foi natural.

Ver com os próprios olhos que afinal eu não vou perder nada que não queira em relação a ti, acabou por me fazer sentir um pouco mais segura. O medo continua cá, e eu até entendo a razão. Cada vez tenho mais a certeza que só eu posso decidir se ele deve cá continuar ou não. Só não sei quando terei que tomar tal decisão.

Apesar de tudo...

Foi bom estar contigo.
Foi importante rever-te.
Foi mágico ver a nossa amizade.
Foi natural sentir o teu abraço.
E a saudade já está presente outra vez.

You're especial *

16 Novembro 2007

"Acontecimento" interessante

Cansada física e psicologicamente.
O trabalho aumenta de dia para dia.
O sono vai aumentando, e as olheiras nem se comenta.

Mas mais uma semana está a terminar...
... E quer-me parecer que este fim-de-semana vou ter momentos de reencontros.
Apesar da agitação que vai ser, quero é espairecer e mudar de ares por algum tempinho!
Vai ser um "acontecimento" interessante.

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12 Novembro 2007

Saudade sim *

"Would you lay with me and just forget the world?"

A saudade tem-me corroído por dentro, mas eu nada fiz para a combater. Senti-me incapacitada para o fazer, sem saber como agir e o que pensar. Sem saber como se sentiria o outro lado. Muitas vezes fui tentada a matar esta saudade, mas não fui capaz.
E o medo de perder tudo era constante, é constante.
Senti-me abandonada durante algum tempo.

Inesperadamente, a minha memória encheu-se de vida.
As músicas, o cobertor, os jogos, as conversas, os sorrisos, os olhares, os encontros e desencontros, os abraços não dados, o concerto não concretizado, a distância, o não contacto, a saudade, o sentimento.
Mas estas pequenas grandes coisas não estão presentes, e bem presentes, só na memória. Este cantinho aqui também conta!

O medo continua a apoderar-se de mim. E a sensação de abandono teima em permanecer.
Mas a vontade de não Te perder é maior.

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11 Novembro 2007

As "coisas" são mesmo assim

A minha angústia tinha razão de ser.
Hoje sei o que é o medo de perdermos aquilo que ainda não temos.
No entanto, tenho que admitir que só aprendi com tudo isto. E nunca poderei afirmar que foi mau para mim, porque não foi mesmo.
Senti-me bem...
... e nem quero pensar no que se segue.
Tenho é que estar preparada para qualquer situação. Afinal...
"Não percas tempo... o tempo corre!"

10 Novembro 2007

Magia vs Angústia

A angústia voltou. Sinto-me tão estranha.

Hoje foi bom ver os sorrisos e gargalhadas de todas aquelas crianças.
Senti-me no lugar certo, à hora certa.
Foi gratificante ver todos à minha volta felizes, nem que seja por breves momentos e devido a meras brincadeiras. Mas ficaram felizes. Eu vi, ninguém me contou.
Foi mágico.

O momento de magia acabou, e a angústia voltou novamente.
E não sei o que fazer para este sentimento passar!

08 Novembro 2007

Obrigada *


"Bem de facto tens razao... A mão eu não quero dar nem dou...


SABES PORQUÊ??!


Porque tu não precisas de uma mão... precisas de um ombro que não fale... um ombro que te deixe falar à vontade sem perguntar o porquê? quando? como? onde? enfim...


E ESSE EU DOU COM O MAIOR DOS PRAZERES..."


Porque ainda há Amizades que marcam diferença.

Obrigada... por não desistires de mim!


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05 Novembro 2007

Recordação *


"Era uma vez um grupo de pessoas que se chamavam Ninguém, Alguém, Não Importa Quem, Cada Um e Toda A Gente. Havia um trabalho importante a cumprir e toda a gente tinha a certeza que alguém se encarregaria de o levar a cabo. Não importa quem poderia tê-lo feito, mas ninguém se encarregou de o fazer. Alguém zangou-se porque se tratava da tarefa de toda a gente. Cada um pensou que não importa quem teria podido fazê-lo mas ninguém percebeu que toda a gente não o faria. Daqui resultou que cada um censurou alguém porque ninguém (não) tinha cumprido a tarefa que não importa quem poderia ter realizado."



Apenas mais uma boa recordação da "minha" Vila do Teixoso!
Saudades **